*******THE CLONE C.RONALDO TWINS*******

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Sunday, March 25, 2007


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O novo Estádio José Alvalade continua a ser talismã para Portugal. Em quatro jogos, quatro vitórias. Desta feita, a vítima foi a Bélgica, que se previa ser um adversário complicado, até porque a formação das quinas nunca tinha vencido a sua congénere, em jogos oficiais. A Selecção Nacional venceu por 4-0, mas os golos tardaram em chegar. O encontro valeu pela segunda parte, porque a primeira não correu bem aos pupilos de Scolari. Bastou fazer o primeiro golo para quebrar a muralha defensiva belga e construir uma vitória importante na caminhada para o Euro-2008.Perante as ausências de Deco, lesionado, e de Simão, castigado, Scolari apostou em João Moutinho e em Quaresma. Paulo Ferreira foi a escolha do seleccionador para o lugar de lateral-esquerdo. O médio mostrou maturidade, velocidade e raça. A aposta foi ganha. Nas laterais as coisas não correram bem, na primeira parte. É certo que tanto Quaresma quanto Cristiano Ronaldo criaram jogadas perigosas, mas ambos se mostraram demasiado individualistas.O jogo começou lento, mas à passagem do minuto 4 acelerou, através de um lance de Moutinho. Uma boa iniciativa do médio leonino, pela esquerda. A defesa belga cortou para os pés de Quaresma, que tentou colocar no canto superior esquerdo da baliza defendida por Stijnen. Esteve quase, quase¿ E o Estádio José Alvalade vibrou.Percebeu-se que as individualidades podiam fazer a diferença. Portugal começou a trocar melhor a bola e, aqui e ali, surgiram bons lances. Mas não bastavam fintas para ultrapassar uma equipa que defendia com muitos atletas. Para além disso, os centrais belgas, com toda aquela altura, anularam Nuno Gomes, quase por completo.A Selecção não jogou bem durante a primeira parte, ainda que tenha dominado o jogo. «Faltou equipa». A ligação entre o meio-campo e o ataque falhou em muitas ocasiões e as individualidades não se mostraram inspiradas. Já os belgas apostaram em (escassos) contra-ataques e o maior perigo surgiu aos 18 minutos, na sequência de um livre. Mais por demérito luso que por mérito belga.Só custou fazer o primeiroNo início da segunda parte, parecia que Portugal ia continuar sem criar perigo efectivo junto da baliza de Stijnen. Puro engano. Continuou a dominar e, finalmente, materializou a sua superioridade. Bela jogada de Moutinho e Nuno Gomes fez 1-0, aos 52 minutos. Logo depois Cristiano Ronaldo aumentou a vantagem lusa, perante um bom cruzamento de Quaresma. Os belgas podiam ter reduzido aos 65 minutos, mas Sterchele falhou um golo certo.O 3-0 surgiu dos pés de Ricardo Quaresma. Tentou, tentou e conseguiu fazer a «maldade» de colocar a bola fora do alcance de Stijnen, usando «a sua famosa» trivela. Cristiano Ronaldo, que nem esteve em noite inspirada, conseguiu bisar, aos 74 minutos. A partir do momento em que Portugal fez o primeiro golo, a defesa belga «quebrou». Aí o perigo sucedeu-se e confirmou-se a goleada.Afinal queriam travar QuaresmaDurante a semana viveram-se momentos «quentes», após as declarações do guarda-redes belga, que terá defendido a utilização de jogo duro para travar Cristiano Ronaldo. A verdade é que o jogo teve alguns momentos de dureza, pelo poderio físico dos belgas, mas a «vítima» foi outra. Quaresma sofreu algumas faltas, duas muito «duras» logo aos dois minutos. Aos 42 minutos tudo podia complicar-se. O extremo sofreu mais uma falta de Hoefkens e, perante a passividade do árbitro, entrou «a matar» sobre o adversário. Fica a ideia de que o extremo tentou «pagar na mesma moeda». Uma atitude que poderia ter saído cara a Portugal.


A presença de Cristiano Ronaldo esta noite (21.00, RTP 1) no Estádio José de Alvalade vai ser um aliciante extra de um jogo que Portugal não poderá falhar, sob pena de comprometer a qualificação para o Europeu 2008. À imperiosa necessidade de vencer a Bélgica, a motivação da selecção portuguesa irá aliar as provocações do guarda-redes belga Stijn Stijnen quando afirmou que uma das intenções da sua equipa era colocar Ronaldo fora de jogo nos minutos iniciais. Pelo que os seus dribles irão ser seguidos com uma atenção redobrada pelos adeptos portugueses. E caso a estratégia da selecção belga passe por um policiamento individual a Ronaldo, seguramente, que se farão ouvir os assobios se o extremo sofrer um toque que seja. E as possibilidade de Cristiano Ronaldo sofrer faltas são inúmeras face às características do seu futebol. A sua finta é como que uma "pura provocação" ao adversário, que facilmente é ludibriado pelo movimento dos pés do avançado. Na opinião de Carlos Xavier, antigo médio do Sporting, Ronaldo é dos jogadores mais difíceis de travar sem recorrer ao contacto físico. "Ronaldo é tão imprevisível, tão rápido, explosivo, tecnicista, tem força, que tirar-lhe a bola é uma missão complicadíssima. Por isso mesmo para um adversário o travar é necessário, muitas vezes, recorrer à 'falta cirúrgica', aquela sem maldade mas que o impede de construir uma jogada, de embalar na direcção da baliza contrária, porque se isso não acontecer os estragos são quase certos", comenta Carlos Xavier.Um defesa que ambicione tirar a bola a Cristiano Ronaldo sem recorrer à falta tem de ser " inteligente", como diz João Alves, antigo jogador do Benfica: "O ideal é antecipar os movimentos dele, tentar alterar o caminho por onde ele quer seguir, de forma a levá-lo para locais onde não cause tanto perigo como as faixas la- terais. Também é importante tentar impedir que faça diagonais para dentro do campo, e não pode ser marcado em cima, terá de haver uma distância, não muito grande, senão ele faz o quer do adversário."


IN RONALDO NEWS TEAM ROLDAO ANDREIA

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